Superintendente da SPTC fala dos trabalhos periciais realizados, para elucidação do assassinato de Mariana Costa

Perito Miguel Alves, Superintendente de Polícia Técnico Cientifica – SPTC  (Foto: Nilson Figueiredo)

Por Stenio Johnny RPJ /0001541 – Ascom SSP

O perito Miguel Alves, Superintendente de Polícia Técnico Cientifica(SPTC), falou com exclusividade a nossa reportagem, que ás 20h do domingo(13), tanto o ICRIM, como o IML, foram acionados, onde as equipes dos dois institutos, foram até ao Hospital São Domingos, onde fizeram os primeiros trabalhos periciais no corpo da publicitária Mariana Costa Araújo Pinto, sobrinha neta do ex-presidente José Sarney, assassinada no domingo(13), pelo empresário Lucas Leite Ribeiro Porto. o cenário do crime, apartamento onde ela residia, também foram periciados.

O superintendente informou que a partir  daí, seguindo determinação do Secretário de Segurança Pública Jefferson Portela, todos os institutos que compõe a SPTC foram acionados em conjunto, dando início aos trabalhos periciais com o objetivo de produzirem provas, que possam ajudar nas investigações policiais, para elucidação do crime.

Falou que no primeiro momento foram feitos exames no local do crime, onde estavam presentes os peritos, Ailton, Brito e Deno Sobral do ICRIM com a participação do perito, Jeison Cunha do Instituto de Genética Forense e o perito Erisvaldo do Instituto de Identificação, sendo feito naquele momento, os primeiros levantamentos periciais dos fatos ocorrido naquele local, estabelecendo a dinâmica pericial, fazendo também a coleta de vestígios, para que pudéssemos afirmar categoricamente, a presença do autor do fato, no cenário do crime.

Em segundo momento foi o exame cadavérico realizado no IML, com a coordenação do Dr. Wanderley, diretor desse instituto, que acompanhou a necrópsia realizada pelos médicos legistas de plantão, informou ainda que acompanhando os peritos do IML, estiveram presentes, os peritos do Instituto de Genética Forense. Disse o Superintendente.

 

A importância das roupas que o assassino confesso Lucas Porto usava no dia do Crime

 

O Superintendente ressaltou, que é de extrema importância as vestimentas usadas pelo autor no dia em que aconteceu o fato, pois  elas se constituem elementos de provas, onde delas serão tirados vestígios tanto do autor como da própria vítima, vestígios esses que irão somar com os demais coletados  no local do fato, assim como  os  vestígios coletados no cadáver examinado no IML.

Quanto ao trabalho realizado pelo Instituto de Genética Forense, disse que oitenta amostras, estão sendo minuciosamente examinadas pelos peritos desse instituto. Na fase final desses exames, contamos com a participação do Instituto Laboratorial de Análise Forense. O trabalho conjunto dos órgão que integram a SPTC, deve está concluso até o início dessa semana. Concluiu!

Assista aqui a entrevista