SSP realiza coletiva na Seic acerca das prisões dos suspeitos em atos criminosos nos coletivos e escolas

Por Mauro Wagner / Ascom – SSP

A Secretaria de Segurança Pública por meio da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic) realizou uma coletiva neste domingo (02), onde repassou o resultado das operações articuladas nestas últimas 24hs na região metropolitana de São Luís. Na coletiva foi apresentada o quantitativo dos suspeitos presos por conta dos ataques criminosos.

O secretário de segurança pública Jefferson Portela, revelou que todas as ações criminosas estavam sendo de imediato respondidas a contento, pois tanto a Polícia Civil e a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros estava trabalhando de forma integrada, justamente para que fosse dado uma resposta rápida e satisfatória. As prisões foram acontecendo logo que os ataques iniciaram, ocorrendo em prisões e apreensões em diversos bairros.

Transferência para presídios federais em isolamento

Durante a coletiva, o secretário de Segurança pontuou que “As atividades criminosas desencadeadas a partir de pessoas condenadas nas Unidades de Pedrinhas, onde determinaram ataques aos bens públicos e ao transporte coletivo. Todos os crimes deles são de uma lesividade social alta e atinge bens públicos e ou serviços públicos autorizados. Estas ações criminosas são similares aos que eles fizeram no ano de 2014, onde eles adoeceram pessoas, lesionaram e mataram uma criança. O Brasil todo tomou conhecimento desses crimes. Parte desses criminosos que cometeram esses delitos aqui, voltam juntos com outros que cometeram os mesmos crimes anteriormente. A transferência desses presos para os presídios federais, onde permanecerão em isolamento por um período longo e suficiente para concluirmos aqui um presídio de segurança máxima, com celas onde eles ficarão em celas individualizadas, similar a um presídio federal”, garantiu.

Resultados produzidos por conta dos ataques

Em outra oportunidade, o secretário de segurança pública enfatizou que “As ações e interceptações por conta das Polícias Civil, Militar e do Corpo de Bombeiros, onde a equipe produziu como resultado em resposta ás organizações criminosas que tiveram como móvel dos seus atos praticados e visíveis por todos, a qual objetivaram a não realização da s eleições. Desde o princípio dos ataques, dizemos que as eleições seriam garantidas, como foram. Houve uma manifestação criminosa e todos têm conhecimento, mas a ação do Estado foi forte e dominou essa organização criminosa. O secretário disse ainda que as ações foram coordenadas pelo comandante da Polícia Militar, o Cel. Frederico Pereira, o delegado Geral Lawrence Melo; o Superintendente da Seic, Thiago Bardal, o Superintendente do Interior Dicival Gonçalves, O superintendente da Sptc, Miguel Alves, além de toda uma cúpula da segurança pública motivada em combater o crime em toda a sua instância. Uma das ações foi uma operação forte, no interior do Complexo Penitenciário de Pedrinhas, onde dificultamos suas ações no sentido de passar ordens para outros comparsas.

Prisões de envolvidos em ataques criminosos

O superintendente estadual de investigações criminais (Seic), Thiago Bardal ressaltou sobre as prisões e apreensões que “Diversos suspeitos foram presos e apreendidos por conta dos ataques criminoso. Foram 66 maiores autuados em flagrante, sejam alguns por organização criminosa, outros por incêndios e 27 menores apreendidos. Agora neste domingo (02), pela manhã foram presos mais dois maiores e quatro menores, presos por tentarem realizar um apagão no bairro da Vila Luizão. Foi preso ainda outro maior pela Polícia Militar no bairro do Tibiri, de posse de combustível e isqueiro e estava se dirigindo a uma escola para atear fogo e foi preso em flagrante. Todos estão à disposição do Poder Judiciário. Quero ressaltar que os mandantes de terem praticados os ataques, de uma forma geral foram identificados em um número de 35. Desses 35, 23 deles já foram para o presídio federal. Na segunda fase desta operação, temos novos nomes identificados dos que ainda estão presos nos presídios, e no decorrer desta semana, serão autuados em flagrante por organização criminosa, por incêndios. Muito embora estejam presos, eles são os autores intelectuais. Eles também serão autuados pelos incêndios aos coletivos e prédios públicos”, finalizou o superintendente