Resposta Rápida: Polícia Civil prende acusado de cometer um feminicídio contra sua ex- esposa em São Luís

Durante um trabalho desenvolvido na manhã desta segunda-feira (20), a Polícia Civil do Maranhão, através do Departamento de Feminicídios do Estado, conseguiu prender João Batista dos Santos (39), acusado de cometer um crime de feminicídio contra a sua ex-companheira, a enfermeira Domingas Ladyelle Maciel, na última quinta-feira (16), no bairro Bom Jesus, em São Luís.

A prisão foi confirmada pela delegada Viviane Azambuja, informando que denúncias anônimas relataram a localização de João Batista no bairro Vila Nova República, zona rural de São Luís. Segundo as investigações, o acusado deferiu cerca de 49 facadas contra a vítima no interior da casa onde a mesma residia. Após o crime, João Batista se evadiu do local.

Na sede da Superintendência de Homicídios e de Proteção à Pessoa (SHPP), o acusado confessou o crime, alegando que a vítima mantinha outro relacionamento afetivo, mesmo estando os dois separados. João Batista será autuado pelo crime de Feminicídio e posteriormente recambiado ao Complexo Penitenciário de Pedrinhas.

Resultados Positivos

O Governo do Estado visando combater e inibir de forma eficaz o crime de feminicídio, assinou em março deste ano, um decreto de criação do Departamento de Feminicídio, que tem a única missão de intensificar as ações preventivas e aprimorar as investigações para que os verdadeiros culpados sejam punidos.

No início deste mês, o Departamento de Feminicídios do Maranhão, vinculado a SHPP, com apoio da Polícia Militar conseguiu elucidar o crime de feminicídio no bairro do Maiobão, em Paço do Lumiar, que teve como vítima a menina Alanna Ludmila, de apenas 10 anos de idade, que foi estuprada e morta por asfixia, pelo ex-padastro, Robert Serejo (31).

Assim como no caso “ Alanna Ludmila”, o feminicídio da enfermeira Domingas Ladyelle Maciel levou exatos quatro dias para serem elucidados pela equipe da Polícia Civil, dando assim uma resposta rápida a sociedade e familiares que clamaram por justiça.

 

Anselmo Oliveira – ASCOM/SSP