Perita Criminal fala sobre o trabalho do Instituto de Genética Forense

Em entrevista concedida a reportagem da Ascom SSP, a perita criminal Christiane Pinto Cutrim, diretora do Instituto de Genética Forense, informou que o órgão faz parte da Superintendência Técnico Científico, que tem como superintendente, o perito Miguel Alves  e coordenação da Polícia Civil do Maranhão.

Disse que o Instituto de Genética Forense trabalha com perfil genético de materiais que são encaminhados para análise, utilizando técnica de alta sensibilidade, com intuito de obter informações genéticas e de biologia molecular para identificação de pessoas envolvidas em crimes de violência sexual, dentre outros.

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                                                                            Moderno Equipamento adquirido pelo governo do estado
                                                                         para separar, analisar e visualizar material de DNA coletado
Ressaltou que a Genética Forense, é uma importante ciência de auxílio a investigação criminal e a justiça, pelo poder que tem de individualizar as pessoas, através da obtenção do seu perfil genético. Dra. Christine falou ainda, que um moderno equipamento foi adquirido pelo governo do estado, tendo como função principal, separar fragmentos genéticos para análise mais profunda do material de DNA coletado, individualizando  e visualizando o perfil genético do material inserido para exame.
O Instituto também promove o confronto de vestígios, com materiais coletados pelos peritos no local do crime e que ajudam a determinar o perfil da vítima e do agressor, colaborando para estabelecer a dinâmica do ato criminoso.
Dra. Christiane Cutrim ressaltou que a Genética Forense é uma importante ciência de auxílio a investigação criminal e à justiça, pelo poder que tem de individualizar as pessoas, através da obtenção do seu perfil genético.
Informou, ainda, que um moderno equipamento foi adquirido pelo governo do estado, tendo como função principal, separar fragmentos genéticos para análise mais profunda do material de DNA coletado, individualizando  e visualizando o perfil genético do material inserido para exame.

 

 

A perita criminal disse que já está sendo  realizada a coleta de fragmentos genéticos em elementos presos por crimes hediondos, em cumprimento a lei 2.654/2012, que prevê a coleta compulsória dos presos condenados por estes crimes.

O Instituto Forense já conta com 132 amostras coletadas, que vão ser inseridas dentro do banco de perfil genético incluindo: banco de vestígios, banco de pessoas desaparecidas e o banco de familiares de pessoas desaparecidas, para que possa ser feito o cruzamento desses dados, tornando possível determinar crimes de estupros, como por exemplo: se encontrarmos um perfil genético de um estuprador aqui em São Luís, e que tenha algum tipo de relacionamento com estupro realizado em outro estado, será possível relacionar estes crimes, concluiu!

Stenio Johnny RPJ/MA 0001541/ASCOM SSP