Delegado Augusto Barros assume a Seccional Norte

Destacando as atuações de combate ao crime em todo o estado do Maranhão, a Polícia Civil, durante o ano de 2015, alcançou resultados consideravelmente positivos. Várias foram as mudanças que possibilitaram alcançar estes saldos de caráter estrutural e operacional, com ênfase nas ações desenvolvidas ainda no ano passado e que aprimoraram os trabalhos da Polícia Civil. Ainda na gestão 2015, por solicitação da Delegacia Geral, foram feitas transferências das unidades policiais que estavam veiculadas a Secretaria de Segurança para a Instituição Policia Civil, devido ao acumulo excessivo de atividades da SPCC.

Uma das ações estruturais foi à criação das Supervisões Integradas de Segurança Pública (SAISP), que se destinariam a promover a integração das forças policiais nas quatro divisões ou pólos – os Saisp norte, Saisp sul, Saisp leste e Saisp oeste, compostos, basicamente, de delegados, investigadores e escrivães.

Com a integração das Seccionais e ou Saisps com a Polícia Civil, houve, então, uma descentralização das atividades da SPCC, facilitando a administração das unidades, a partir da redefinição do trabalho. Os
Saisps passaram a ser denominados de Delegacias Seccionais. As Seccionais trouxeram algumas das missões dos Saisps, sendo que a descentralização administrativa da Superintendência da Capital, facilitou a supervisão de toda área metropolitana.

 Funcionalidade da Seccional

SECCIONAL NORTE
O delegado Augusto Barros, que assumiu na última sexta-feira (06), a Seccional Norte, contou que a divisão de São Luís em quatro grandes áreas, cada área composta com um número de Delegacias Distritais especializadas e plantões, facilitou a fiscalização de cada unidade. Sem contar que as programações conjugadas, integradas ou não com as forças de segurança, deram maior apoio administrativo e operacional a cada uma dessas unidades.

A Seccional Norte é composta por um delegado trabalhando com seis investigadores. Augusto Barros ponderou, ainda, que o atendimento comunitário como fonte valiosa de informações facilita as elaborações de Políticas Públicas sobre as estratégias de segurança a serem desenvolvidas nas áreas específicas. ”E isto melhora, sensivelmente as relações interinstitucionais com a Policia Militar e a comunidade”, acrescentou. A Seccional Norte, especificamente, compreende as áreas do Vinhais, Cohab, Turu, São Francisco, Bequimão, plantão do Cohatrac, além da Delegacia Especial da Raposa, bem como a Delegacia do Consumidor, Delegacia Fazendária, Delegacia de Proteção ao Idoso e Delegacia do
Meio Ambiente.

Trajetória na Policia Civil

FOTO CARREIRA (1)

Considerado um dos mais eficientes delegados na área de investigação criminal, Augusto Barros Neto iniciou suas atividades na Policia Civil nos municípios de Mirinzal e Santa Helena e atuou como delegado municipal e regional de Pinheiro. Trabalhou também como delegado de Combate ao Roubo de Cargas, chefe do Departamento de Operações Táticas Especiais (DOTE), Superintendente Estadual de Investigações Criminais (SEIC) e Delegado Geral Adjunto do Maranhão, substituindo, à época, o delegado Marcos Afonso.

O delegado Seccional Norte já operou na investigação dos crimes mais complexos e de grande repercussão, como quadrilhas de agiotagem do estado, envolvendo empresários, políticos e outros. Teve um papel
importante na elucidação do assassinato do jornalista Décio Sá e agiu em incursões, prisões e desarticulações de grandes quadrilhas de assaltantes de banco no estado.

Para Augusto Barros. “2015 foi um ano de grande importância no combate ao crime, no qual foram realizadas muitas ações arrojadas, principalmente contra crimes de ‘colarinho branco’, com muitas prisões de empresários e gestores públicos”, Ainda como Delegado Geral inovou com a criação de três novas Superintendências (SECCOR, SHPP e SENARC).
Após a Delegacia Geral, Augusto Barros assumiu, já em 2016, a Superintendência de Proteção a Pessoa (SHPP), quando foi criado o Plantão de CVLI, elevando de 6% para 39% o número de indicações da autoria de crimes violentos letais intencionais.

 Ascom/SSP