Operação “Malha Metropolitana”, da Polícia Militar, reforça a segurança na capital

A operação “Malha Metropolitana”, da Polícia Militar do Maranhão, que objetiva patrulhar regiões com grande fluxo de pessoas, já rende frutos. Seu caráter estratégico, que visa saturar áreas indicadas como de maior incidência criminosa na Região Metropolitana, demonstra o empenho da Polícia Militar na diminuição desse índice. Locais como rotatórias e ambientes comerciais, desde o dia 22 de janeiro, receberam a fixação de viaturas, que realizam abordagens ao transporte público, barreiras de vistoria, e permanece de prontidão a qualquer eminencia de crime.

Bairros do São Francisco, Cohama, Forquilha, Renascença, São Cristóvão, Anel Viário, entre outros, são exemplos de regiões onde houve redução de delitos, após o início da atuação da ação nessas áreas.

No último sábado (30), uma equipe do monitoramento da “Malha Metropolitana”, no retorno da Forquilha, conseguiu salvar a vida de uma criança que estava engasgada, após aplicar conhecimentos de primeiros socorros. Provando que, além de combater a criminalidade, os policiais estão capacitados para servir a sociedade em outras vertentes.

De acordo com o coronel Frederico Pereira, comandante geral da Polícia Militar, com o reforço de novos investimentos, materiais e humanos – já foram entregues pelo governo do estado 80 novas viaturas. Além disso, 1500 novos policiais foram efetivados este ano -, o intuito é aumentar os pontos de atuação da operação, que é permanente e funciona 24 horas por dia.

“Precisamos trabalhar para evitar crimes, e um trabalho diferenciado como este é fundamental. A Polícia Militar está empenhada para o combater e prevenir situações de risco”, destacou o coronel Pereira.

As viaturas da operação “Malha Metropolitana” estão disponíveis nas rotatórias da Avenida dos Holandeses, Cohab, Forquilha, Tiririca, Anel Viário (Madre Deus e Mercado Central), Itaqui/Bacanga, Olho d’Água, Araçagi, Raposa, Cohama, estada de Ribamar, entre outros pontos classificados pela polícia como estratégicos.

Fernando Costa/ASCOM SSP