Jefferson Portela faz avaliação positiva na elucidação do caso Mariana Costa

Foto: Nilson Figueiredo

Por Carolina Gomes / Ascom -SSP

O Secretário de Segurança Pública, Jefferson Portela fez na tarde da ultima quarta-feira (23), uma avaliação de caráter prático das atividades desempenhadas pela Polícia Civil durante os dez dias que foram primordiais para elucidação do homicídio que vitimou Mariana Costa (33), assassinada por seu cunhado Lucas Porto (37), com requintes de crueldades.

O conjunto que engloba a polícia maranhense está ligada há um aparato de responsabilidades mutuas, pois generaliza-se em que cada caso é um caso, sendo assim, todos têm sua devida importância na sociedade ludovicence. Mediante isso Jefferson Portela vem primando pelo caráter mensurável de sua equipe composta por profissionais altamente qualificados e treinados com seu jugo de valores.

“A energização dos trabalhos foi forte e integrada, aonde elevou à coordenação firme da investigação criminal com a perícia criminal, sendo de supremacia altiva, pois as constatações iniciais feitas pela Superintendência Estadual de Homicídio e Proteção à Pessoa (SHPP), contaram com a confirmação da perícia, sendo a prova técnica e, evidenciou na identificação da pessoa, através da coleta de vestígios, tais como o resultado de DNA e o de líquidos orgânicos colhidos no cenário do crime”, relatou Jefferson Portela.

Completou ainda que a conclusão do inquérito foi conclusa, através de um longo e rigoroso relatório enviado ao Poder Judiciário e ao Ministério Público para definição da autoria atribuída pela terminação do inquérito.

O Superintendente de Polícia Técnico Cientifico (SPTC), Miguel Alves falou com veemência sobre os trabalhos desencadeados pelo Instituto de Genética Forense (IGF), recém-inaugurado. O laboratório se enquadra em tecnologia de última geração com a priori de identificar perfis genéticos, resultando na identificação de materiais e pessoas, corroborando na elucidação de crimes nas mais diversas áreas.

“É importante destacar que estamos saindo praticamente da idade da pedra para moderna, em relação ao Instituto de Genética Forense (IGF), pois a equipe está dedicada a esse fato, trabalhando de forma continua, nós vamos reduzir já nesses primeiros exames no prazo médio que outrora era de três a seis meses, para no máximo de trinta dias ou bem menos, atingindo a elucidação”, disse Miguel Alves.