Polícia Civil: Fernandinho dos Perfumes é preso no Pará suspeito no homicídio de musico maranhense

Na tarde desta quarta-feira (09), a Polícia Civil por meio da Superintendência de Homicídio e Proteção à Pessoa – SHPP, apresentou detalhes da ação que culminou na prisão de Fernando Viegas, mais conhecido como “Fernandinho do Perfume”, suspeito no homicídio do empresário e musico José de Jesus Menezes dos Santos Junior, no mês de dezembro do ano passado.

Preso na tarde de ontem (08), no município de Itaituba, interior do estado do Pará, Fernandinho dos Perfumes foi encontrado em uma rua ao lado de seu pai biológico, que estava oferecendo apoio financeiramente ao suspeito para se manter na localidade.

De acordo com o delegado Felipe Cesar, a equipe vinha monitorando a cidade, no qual foi identificado que Fernandinho mantinha uma vida regular, sua rotina ia desde ir à academia até bares e restaurantes do lugar. Sem preocupações do crime que havia cometido na capital maranhense.

Fernando Viegas em uma conversa com o delegado assumiu a autoria do crime. O rapaz será encaminhado ao Complexo Penitenciário de Pedrinhas onde ficará à disposição do Poder Judiciário.

Vale ressaltar que a Polícia Civil do Maranhão teve o apoio da Polícia Civil do estado do Pará no tempo em que esteve no estado.

Entenda o Caso

Durante a manhã do dia 09 de dezembro de 2017, Fernandinho dos Perfumes desferiu dois disparos de arma de fogo contra o empresário Menezes Junior, que conseguiu alveja-lo com um tiro que atravessou o braço atingindo o coração. O crime ocorreu em um posto de combustível localizado em frente à Citroen em São Luís.

O musico chegou a ser socorrido e levado até a Unidade de Pronto Atendimento – UPA do Araçagy, onde não resistiu e veio a óbito. Vale ressaltar que JJ era sócio da Banda Prazeres, na capital.

A motivação do crime seria uma discursão entre ambos em um grupo de aplicativo de conversas, que se prolongou. Durante a noite anterior ao crime Fernandinho procurou por JJ em diversos lugares de São Luís, o encontrando nesse posto de combustível, onde ocorreu o crime.

Carolina Gomes – ASCOM/SSP