CÚPULA DE SEGURANÇA PÚBLICA REALIZA COLETIVA NA SSP PARA ESCLARECER MEMORANDO ILEGAL

O Secretário de Segurança Pública, Jefferson Portela junto a Cúpula de Segurança, realizou na manhã desta quarta-feira (25), uma coletiva para esclarecer sobre memorando ilegal, enviado sem conhecimento do Comando da PM, para identificação de lideranças políticas.

“Todo servidor público sabe dos princípios que regem a administração pública dentre eles legalidade, moralidade e eficiência. Portanto cada um de nós que praticar um ato, deve sempre olhar se ele se adequa a legalidade e se não ofende a moralidade administrativa, na vida privada o cidadão pode fazer tudo que a lei não proíbe, na vida pública é diferente, nós só podemos fazer o que a lei manda. O nosso rol de ação é limitado pelo raio da legalidade e a cada um na medida do seu ato, se alguém erra ele responderá como servidor público, ponto de vista penal, ponto de vista civil e do ponto de vista administrativo”. Afirma, Secretário de Segurança Jefferson Portela.

“É desinteligente um documento para monitorar opositora do governo desse lado político, é crive imaginar que vai se identificar quem é adversário do governo, o Maranhão tem alguns lados partidários políticos claros, o lado do governo e o lado da oposição isso está definido em todo município e em todo lugar, todo mundo sabe quem e quem, não há necessidade de se fazer levantamento para saber quem é adversário do governo, são perguntas que devem ser feitas, qual a pertinência daquilo? Para o controle de estado, todos sabemos quem é ligado ao governo do Flávio Dino e quem é ligado ao grupo Sarney, isto está colocado no Maranhão historicamente”. Conclui o Secretário de Segurança.

“O conteúdo do documento é totalmente ilegal, e não tinha nenhum conhecimento do Comando, e assim que foi tomado o conhecimento do memorando, foi feita uma nota de esclarecimento, justamente porque o conteúdo do documento é manifestamente ilegal. Revogamos todo e qualquer ato produzido por aquela documentação, porque é totalmente ilegal, fere os princípios da democracia, com isso foi instaurado um procedimento disciplinar de imediato, que afastou dois oficiais de suas funções, dando início às investigações que no momento estão em andamento e tem o prazo de 30 dias, para a sua conclusão, e ao final será identificado os culpados, de onde partiu, porque partiu, porque a ordem não foi dada pelo Comando da Instituição”.  Afirma, Comandante Geral da Policia Militar Coronel, Jorge Luongo.

Estiveram presentes na coletiva Subsecretario, Saulo Ewerton; Delegado Geral, Leonardo Diniz; Coronel do Corpo de Bombeiro, Celio Roberto; Coronel Pedro Ribeiro; Superintendente de Polícia Técnica Cientifica da Polícia Civil (SPTC) Miguel Alves; Delegada Nilmar da Gama superintendente da SEIC; Delegado Carlos Alessandro Superintendente de Estado de Repreensão ao Narcotráfico (Senarc) outras autoridades, imprensa e demais convidados.